Baden veio de uma família envolvida com música, seu pai apesar de amador, reunia amigos como Pixinguinha, João da Baiana, Donga, entre outros, pra conversar e tocar, verdadeiros saraus.
Até que um dia uma tia do velho Baden - que tinha oito anos nessa época - ganhou um violão numa rifa e como não sabia tocar, deixou-o pendurado na parede. Baden que por um tempo ficara namorando o violão, decidiu pegar e aprender por conta própria. Pronto, daí em diante teve aulas com seu pai e rapidamente foi encaminhado pro mestre Meira (que também foi professor do Raphael Rabello e do Maurício Carrilho).
Baden fez um arranjo para "Samba de uma nota só" composto por Tom Jobim, aproveitem!
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
Raphael Rabello I

Nunca vi ninguém tocar feito ele. Rafael (depois ele adotou a grafia com "ph") Baptista Rabello nascido em 31 de outubro de 1962 morreu em 27 de abril de 1995. Nunca vi tocarem igual.
De uma família musical, o avô já tocava piano para ele e as irmãs cantarem desde pequenos, Raphael se interessou pelo violão e chegou a ter aulas com Meyra (foi professor de Baden Powell também) e daí descambou a genialidade. Sofreu influência por todos os lados: o chorinho com Dino 7 cordas - que inventou o violão de 7 cordas -, o flamenco com Paco de Lucía e o erudito com Heitor Villa-lobos e Radamés Gnattali com quem fez parceria.
Em suma, Raphael conseguiu reunir características que quando se juntaram a sua personalidade fizeram dele um músico completo: com uma harmonia fora do comum, agilidade e técnica impressionantes, uma mão direita impecável e uma capacidade de improvisação extraordinária, ele se imortalizou como um dos maiores nomes do violão brasileiro.
O vídeo é "Sons de carrilhões" do grande João Pernambuco:
De uma família musical, o avô já tocava piano para ele e as irmãs cantarem desde pequenos, Raphael se interessou pelo violão e chegou a ter aulas com Meyra (foi professor de Baden Powell também) e daí descambou a genialidade. Sofreu influência por todos os lados: o chorinho com Dino 7 cordas - que inventou o violão de 7 cordas -, o flamenco com Paco de Lucía e o erudito com Heitor Villa-lobos e Radamés Gnattali com quem fez parceria.
Em suma, Raphael conseguiu reunir características que quando se juntaram a sua personalidade fizeram dele um músico completo: com uma harmonia fora do comum, agilidade e técnica impressionantes, uma mão direita impecável e uma capacidade de improvisação extraordinária, ele se imortalizou como um dos maiores nomes do violão brasileiro.
O vídeo é "Sons de carrilhões" do grande João Pernambuco:
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